17 de jan de 2018

A revolução dos bichos


Autor: George Orwell
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 152
Sinopse: "Num belo dia, os animais da fazenda do Sr. Jones se dão conta da vida indigna a que são submetidos: eles se matam de trabalhar para os homens, lhe dão todas as suas energias em troca de uma ração miserável, para ao final serem abatidos sem piedade. Liderados por um grupo de porcos, os bichos então expulsam o fazendeiro de sua propriedade e pretendem fazer dela um Estado em que todos serão iguais. Logo começam as disputas internas, as perseguições e a exploração do bicho pelo bicho, que farão da granja um arremedo grotesco da sociedade humana. Publicada em 1945, A Revolução dos Bichos foi imediatamente interpretada como uma fábula satírica sobre os descaminhos da Revolução Russa, chegando a ser utilizada pela propaganda anticomunista. A novela de George Orwell de fato fazia uma dura crítica ao totalitarismo soviético; mas seu sentido transcende amplamente o contexto do regime stalinista. Mais do que nunca esta pequena obra-prima da ficção inglesa parece falar aos nossos dias, quando a concentração de poder e de riquezas, a manipulação da informação e as desigualdades sociais parecem atingir um ápice histórico."

Depois que li 1984 do Geore Orwell fiquei com muita vontade de ler os outros livros dele, no final do ano passado pedi A revolução dos bichos em um amigo secreto que participei. Foi uma leitura bem rápida, a última de 2017, aliás. E apesar de ter apenas 152 páginas é um livro com muito conteúdo, uma sátira à Revolução Russa, mas que pode ser atemporal porque trata de assuntos que nunca morrem, como por exemplo: a corrupção que o poder pode causar.

Era uma fazenda onde o homem dominava, até que os animais resolveram que não queriam mais aquela vida de escravidão e expulsaram os humanos de lá. Porém aconteceram coisas e os porcos líderes da revolução acabaram se tornando iguais ou até piores que os humanos, escravizando e maltratando todos os outros animais.

É um livro incrível, George Orwell quis fazer em forma de fábula para ser melhor compreendido por todos e deu super certo. Essa edição da Compalhia das Letras possui um trecho escrito pelo autor explicando os motivos de tê-lo escrito e esclarecendo alguns pontos da história.

P.S. Eu nem sei fazer resenha porque acabo resumindo tudo em um parágrafo e também não gosto de ficar explicando a história porque além dos spoilers pode estragar a experiência de outras pessoas, eu nem leio resenhas na verdade, só escrevo aqui as impressões que tive e se gostei ou não para ficar registrado mesmo, então vocês me desculpem.


13 de jan de 2018

Desafio 52 semanas - Semana 2: Eu nunca...

Aparentemente será desta série de posts do desafio que este blog irá sobreviver, mas estou gostando, espero ter forças para continuar até o final.


1) Eu nunca viajei de avião: e nem é por medo e sim falta de oportunidade. Sempre tenho sonhos com aviões caindo, mas eu nunca estou dentro deles, sempre estou observando eles caírem, mas de qualquer forma não tenho medo, viajaria bem tranquilamente (ou não tanto, mas isso não é um impedimento).

2) Eu nunca saí do Brasil: na verdade, tecnicamente já saí sim, mas foi uma questão de meia hora, atravessei a fronteira com a Argentina só pra ir num shopping que fica bem na divisa, então não vale.

3) Eu nunca briguei na escola: sempre tem aquelas pessoas que você tem ranço ou que tem ranço de você, porém nunca saí no tapa com ninguém, por mais que tivesse tido várias vontades.

4) Eu nunca usei drogas ilícitas: já tive diversas oportunidades, mas não quis, sei lá, é aquele estigma de que você pode nunca mais sair delas, melhor não arriscar né? Mas para as lícitas estamos disponíveis, inclusive.

5) Eu nunca assisti Friends: e nem tenho vontade, não me crucifiquem porque cada um tem seus gostos, eu prefiro HIMYM, sorry!

10 de jan de 2018

O que fica?

Eu sempre me questionei sobre: "o que vai acontecer depois que eu morrer?", não o que acontece com o corpo, eu sei que ele apodrece e vira alimento para os vermezinhos e nem o que acontece com a alma porque isso ainda é impossível de saber. Meu questionamento é sobre o que acontece com quem fica, com as coisas que ficam, com as lembranças aqui no mundo dos vivos. Será que vai demorar muito tempo para eu ser esquecida? Como as pessoas lembrarão de mim? Pra onde irão minhas coisas? Quem vai no meu enterro?

Tanta coisa pra se preocupar na vida e eu vou logo ficar pensando na morte (ou no que vem depois dela)? Eu tento não pensar, mas toda vez que o assunto é esse é inevitável dar uma pensadinha nessas coisas. E por que eu me importo com isso? Porque eu tenho muita saudade de algumas pessoas que já se foram e apesar de lembrar delas, geralmente não tenho muitas coisas palpáveis para ativar certas lembranças na minha cabeça (já que sou ruim de memória).

E esse é um dos principais motivos pelo qual eu quero deixar lembranças minhas pelo mundo, sejam elas materiais ou não, pode ser um texto, um tweet, um sorriso... porque morre não quem para de respirar e sim quem nunca mais é lembrado e eu quero ser lembrada, independente da maneira, porque eu não quero morrer!

Suspirare © , All Rights Reserved. BLOG DESIGN BY Sadaf F K.